domingo, 4 de abril de 2010

Amália, uma amiga

Ai Amália.
Como tem sido possível não te recordar aqui no Ullysseia (apesar de me lembrar muito de ti).
Foste a minha companheira de trabalho naquela horta. Tu já uma mulher cheia de experiência. Eu um jovem a aprender.
Sabes, naquele tempo, eu gostava que fosses à horta, que me fizesses companhia. Era como que um despique. E a terra, e as plantas que lá plantávamos, riam-se de contentes.
A horta não fala. Porque se o fizesse, aquelas laranjeiras iriam dizer-te as saudades que têm da água com que tu as regavas.
A terra não mais foi a mesma.
Que saudades Amália!

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