Fiquei a olhar uns segundos, mas não resisti.
Tantos anos em Lisboa, tantos rostos. Normalmente, tristes, cansados.
Mas aquele sorriso enigmático cativou-me.
Seria para mim? Não! Eu não o mereceria.
Deveria ser um sorriso de felicidade interior, daqueles sorrisos que são quase peças de colecção.