domingo, 25 de abril de 2010

Carlos

Um dia destes, lembrei-me do Carlos a subir a Angelina Vidal. Tínhamos combinado encontrarmo-nos.
Com a sua malinha a tiracolo, um sorriso estampado na face e o seu bigode característico.
A vida para ele tinha sido um pouco madrasta. Ou então teria sido ele que brincara com a vida.
A Margarene, a Jesus, tinham já ficado para trás.
Uns tempos depois encontraram-no em casa. Em bom rigor, encontraram o seu corpo. Ele já havia partido.
Tenho saudades do Carlos

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