Manuel saiu da tasca da Ti Vicente,ali aos Anjos, em Lisboa. Ou talvez tivesse saído da sopa dos pobres, lá bem perto. O certo é que vinha satisfeito. Pegou no spray e expressou o seu contentamento na parede do prédio. O Zé parecia mesmo um abade, bem comido e bebido. Num outro dia de inverno, com frio, sem comer e sem uma pinguita, traçou a carvão um Zé Povinho raquítico, zangado com a sociedade.
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